R. Ibiraçu, 226 - São Paulo, SP, Brasil
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Mamirauá foi a primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) implantada no Brasil. Situa-se na confluência entre os Rios Solimões e Japurá. Lá fica a maior floresta alagada do mundo, com uma biodiversidade impressionante, com mais de 400 espécies de aves, por exemplo.
Inserida dentro desse paraíso verde, apresentamos a Pousada Uacari que está ligada ao Programa de Ecoturismo do Instituto Mamirauá. Seu planejamento e desenvolvimento foi realizado ao longo dos 10 últimos anos pelas comunidades locais, pesquisadores e técnicos do Instituto. Tudo isso para encontrar a fórmula perfeita entre conforto e mínimo impacto.
Unindo todos esses deliciosos ingredientes, Aoka oferece uma viagem irretocável.
A partir de R$ 2.590,00
Ano todo, com saídas aos domingos e quintas-feiras. Reservas antecipadas são recomendadas, principalmente de maio a outubro.
DIA 1 Embarque com destino a Manaus. Chegada, recepção e traslado ao Hotel Tropical. Tarde e noite livres para aproveitar a capital amazonense.
DIA 2 Após o café da manhã, faremos o traslado para o aeroporto e embarque com destino a Tefé. Chegada prevista para 14h00. Seremos recepcionados pela simpática gerente de Vendas & Marketing no aeroporto. A viagem até a Reserva é feita de lancha e dura cerca de 1h e 30 min. No caminho você poderá aproveitar a brisa e a paisagem procurando por aves, botos cor-de-rosa (Inia geoffrensis) e tucuxis (Sotalia fluviatilis), e observar as pequenas embarcações cruzando o Rio Solimões. Na Pousada, seremos recebidos pelo guia naturalista para uma breve explicação sobre o funcionamento da Pousada e regras gerais (horário das refeições, energia solar, água, etc.), assim como, será feita apresentação de toda equipe de trabalho que colaborará para tornar sua estadia prazerosa. A noite, após o jantar, vamos assistir ao vídeo produzido pela BBC sobre os trabalhos realizados na Reserva Mamirauá.
DIA 3 De manhã, durante o período da Seca, seremos conduzidos por ambos guias (local e naturalista) à trilha interpretativa. O conhecimento empírico do guia naturalista e a destreza do guia local nos ajudarão a interpretar o ambiente de várzea com maior facilidade nesta primeira e diferenciada caminhada. Oito pontos escolhidos estrategicamente serão classificados e exemplificados no aspecto florestal por eles. No período da Cheia, faremos um passeio de canoa entre os igarapés e lagos da floresta alagada junto com os guias locais.
À tarde poderemos fazer outra caminhada ou passeio de canoa, sempre explorando um lugar diferente na Reserva. Após o jantar, o guia naturalista oferecerá uma palestra sobre o Ecossistema Amazônico e as atividades desenvolvidas pelo Instituto Mamirauá.
DIA 4 Na parte da manhã, visitaremos uma comunidade local de ribeirinhos. Conheceremos uma das comunidades que participam do programa de ecoturismo. O itinerário foi proposto pelas comunidades com base em uma série de atrativos que os ribeirinhos querem mostrar aos visitantes. Um comunitário, orgulhoso de sua cultura, será nosso anfitrião durante a visita. Esta é uma oportunidade única para conhecer a vida local e também o trabalho do Instituto Mamirauá pela perspectiva dos moradores locais. Na comunidade, também poderemos comprar artesanato produzido localmente. Pela tarde, programamos uma palestra com os pesquisadores que estejam atuando na área do ecoturismo, e após a palestra poderemos acompanhar a equipe e participar dos trabalhos de campo complementando a informação teórica. Ou também poderemos escolher outro passeio de observação de vida selvagem, percorrendo as paisagens, igarapés e igapós que junto com a floresta inundável compõem o ecossistema de várzea. Após o jantar, faremos uma excursão noturna! A pé ou em uma pequena canoa, teremos a oportunidade de avistar aqueles animais que são ativos principalmente à noite como: porco-espinho (Coendou prehensilis), mucura (Didelphis marsupialis), preguiça bentinho (Bradypus variegatus) e preguiça real (Choloepus didactylus), rato coró (Dactylomys dactylinus), morcegos (Rhynchonycteris naso e Noctilio leporinus), aranha tarântula, insetos, etc.
DIA 5 Uma trilha nova e diferente será o cenário escolhido para maximizar a visibilidade da vida selvagem na floresta. As trilhas não são fisicamente árduas, a maioria pode ser percorrida em até três horas. Durante a cheia (Maio a Julho) o passeio na mata será de canoa, haja visto que o nível da água sobe em média 12 metros na estação das chuvas. À tarde conheceremos o maravilhoso Lago Mamirauá, dentro da área de proteção integral da Reserva. Nesta ocasião, poderá haver encontros memoráveis com botos cor-de-rosa (Inia geoffrensis), ciganas (Opisthocomus hoazin) e talvez o pirarucu (Arapaima gigas). Ficaremos lá até o pôr-do-sol. No retorno, faremos uma “focagem noturna”, avistando jacarés Açu (Melanosuchus niger), bacuraus (Nyctiprogne leucopyga), morcegos (Rhynchonycteris naso). Após o jantar poderemos conversar melhor com a equipe da pousada, confraternizar, assistir um documentário/filme ou descansar para aproveitar a manhã seguinte.
DIA 6 Os animais da floresta despertam ao nascer do sol, por isso se você deseja avistar a vida selvagem, também deve se levantar cedo para visitar as trilhas. Nesta manhã você fará visita a uma segunda comunidade local, onde terá oportunidade de conhecer os lagos de preservação, conhecer a roça onde é plantada a mandioca, principal fonte de alimentação dos ribeirinhos. Desta vez você poderá conhecer mais a fundo a realidade das comunidades ribeirinhas, fazer perguntas e também trocar experiências. Durante esta tarde, após o almoço, você terá mais chance de avistar animais como macacos guaribas (Alouatta seniculus), pregos (Cebus apellaCebus apella), de cheiro (Saimiri sciureus e Saimiri vanzolinii), Uacaris (Cacajao calvus calvus), preguiças (Bradypus variegatus e Choloepus didactylus) e ciganas (Opisthocomus hoazin) em diferente percurso de trilha ou em canoa. Neste dia após o jantar, poderemos conversar um pouco mais com a equipe da pousada, confraternizar, assistir um documentário/filme ou aproveitar descansar para manhã seguinte.
DIA 7 Neste dia você poderá optar entre percorrer uma nova e trilha de avistamento ou realizar um passeio de canoinha juntamente com o guia local. Pela tarde está programado um segundo encontro com pesquisadores de outro projeto atuante na área do ecoturismo para conversar sobre o seu objeto de estudos. No flutuante de pesquisa, você assistirá a uma palestra e terá oportunidade de sair com o pesquisador para melhor compreender seu trabalho. Após a palestra você tem a escolha de acompanhar a equipe e participar dos trabalhos. Ou, poderá fazer outro passeio na floresta de observação de vida selvagem. Mais habituado com a floresta, nesta noite na Reserva, na companhia do guia local, você terá a oportunidade de mais um encontro com os animais da noite, percorrendo uma segunda trilha noturna, no entanto desta vez, você a fará de canoa.
DIA 8 Pela manhã faremos outra trilha de avistamento de longo percurso juntamente com o guia local. Nesta ocasião precisaremos falar em voz baixa para aumentar as chances de visualização de animais, uma vez que sons estranhos os afugentam. Esse passeio dura toda a manhã. À tarde veremos o pôr-do-sol no rio Japurá ou no rio Araçá, após um lindo passeio pelo canal do Apara com mais oportunidades de observação da fauna. Em sua última noite na Reserva você pode conversar com a equipe da pousada, assistir um documentário, ou simplesmente arrumar sua bagagem para aproveitar melhor a manhã seguinte.
DIA 9 Após o café da manhã partiremos da pousada rumo a Tefé. O vôo de Tefé para Manaus será as 18h00. Ao retornar à cidade de Tefé, nossa gerente de Marketing nos aguardará no porto juntamente com um motorista de táxi que deixará as bagagens em um dos hotéis parceiros, para podermos aproveitar o restante do dia e conhecer a bela cidade. Por volta de 16h30, o mesmo taxi o apanhará no hotel e o levará para o aeroporto, rumo a Manaus.
OBS: Qualquer atividade na natureza depende diretamente de condições climáticas. As atividades podem ser alteradas devido à fatores ambientais. A observação de animais em seu hábitat natural é uma atividade que depende de sorte, e não há garantias de avistamento de nenhuma espécie.
O Rio Solimões é um rio brasileiro que banha o estado do Amazonas. Nascendo no Peru o rio recebe o nome de Solimões ao atravessar o município de Tabatinga. Tem como principais afluentes da margem direita os rios Javari, Jutaí, Juruá e Purus. Na margem esquerda, os rios Içá e Japurá. Percorre aproximadamente 1.700 km até chegar a Manaus. Ao se encontrar com o Rio Negro, recebe o nome de Rio Amazonas. O Solimões tem um papel importantíssimo para a economia e biodiversidade local, sendo uma fonte de alimentos, transporte, comércio pesquisas científicas e lazer.
Às margens do rio Solimões, a Reserva Mamirauá está localizada em um ecossistema de várzea. Florestas de várzea são florestas alagadas por rios de água branca, que descem dos Andes e que são ricos em nutrientes. As áreas de várzea são de grande importância ambiental, pois abrigam uma grande variedade de espécies da fauna e flora adaptadas ao regime de alagamentos. A característica ambiental mais marcante de florestas de várzea é a grande variação no nível das águas. Os rios Solimões e Japurá que limitam a área da Reserva Mamirauá transbordam anualmente, alagando-a e causando uma elevação do nível d'água de, em média, 10 a 12 metros da estação seca para a cheia.
Despontando como a maior área protegida de várzea do mundo, a Reserva Mamirauá guarda um ecossistema rico que inclui espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. São cerca de 35 espécies de mamíferos, 360 de aves, 79 de répteis e mais de 300 espécies de peixes. Por causa das características do ecossistema de várzea e como resultado de mais de 15 anos de conservação, a fauna em Mamirauá é abundante. Na Reserva são encontradas espécies de animais que são difíceis de se encontrar nas proximidades de Manaus, como os macacos que são facilmente avistados e constituem uma das maiores atrações. A espécie bandeira é o endêmico e carismático uacari-branco (Cacajao calvus calvus). Os encontros com preguiças também são comuns e a abundancia das duas espécies de boto é a prova da riqueza na água. A avifauna de Mamirauá é abundante e diversa, incluindo 32 espécies de aves de rapina (incluindo a Harpia harpyja), 19 espécies de papagaios e araras e 6 espécies de tucanos, ciganas e mutuns, incluindo o Mutum piuri (Mitum tuberosum). Dentre os répteis, o mais encontrado é o jacaré-açu (Melanosuchus niger). Em Mamirauá encontram-se as maiores populações conhecidas deste animal - o maior predador na América do Sul.
Mamirauá = peixe-boi (em tupi)
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Destino: | Reserva Mamirauá |
| Hotel: | Uacari Lodge | |
| Categoria: | Standard | |
| Noites: | 7 | |
| Detalhes: | A Pousada possui suítes confortáveis, simples e amplas,com varanda, chuveiro com água quente, duas camas de solteiro (king size). As suítes são teladas e cobertas com palha. Todas as suítes têm vista para a floresta. | |
| Website: | www.uakarilodge.com.br |
Aeroporto de Manaus (MAO), Amazonas, Brasil. A partir de lá, todo o transporte terrestre e aquático está incluso na viagem. Os vôos até Manaus e o transporte de Manaus até Tefé não estão incluídos.
Para realizar as atividades no lodge, os visitantes são acompanhados por guias locais e guias naturalistas experientes e bilíngües que prestam assistência durante toda a permanência no Uacari Lodge. Os guias locais são pessoas com conhecimento extraordinário sobre a floresta. Pelo fato de conhecerem esta região como ninguém, são capazes de identificar ou mostrar nos livros as espécies vistas durante os passeios.